Segunda-feira, 30 de Agosto de 2010

Um bónus de Verão... (07)

 

A surpresa de ver juntos  (e em smoking, como dever ser…)  John Coltrane e Stan Getz (sax-tenores),  ainda com Oscar Peterson (piano),  Jimmy Cobb (bateria) e Paul Chambers?  (contrabaixo).

 

É Hackensack (de Thelonius Monk)…

 

E esta?!

 

 

 


Publicado por Manuel Jorge Veloso o_sitio_do_jazz às 11:29
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Segunda-feira, 23 de Agosto de 2010

A "liberdade condicionada" de Miles Davis (1)

(in DNmais, suplemento do Diário de Notícias, 02.05.1998)

 

 

 

É já um lugar comum afirmar-se que, ao longo de uma carreira musical exemplar, sobretudo a partir do momento em que o seu estatuto de criador começou a ganhar progressiva consistência  – na passagem do jazz clássico para o jazz moderno, enquanto protagonista de primeira linha do movimento do bebop –  Miles Davis nunca deixou de se afirmar, com a maior naturalidade, como um dos mais geniais criadores desta música, sempre na crista das grandes viragens estéticas e do aprofundamento destas.

 

Mas a generalidade dos críticos e historiadores parecem estar também de acordo a propósito de uma excepção a esta regra, a qual corresponde a um período particular no seu percurso artístico:  o trompetista jamais terá demonstrado a intenção de acompanhar os reflexos, no plano artístico, das convulsões sociais e políticas com as quais, entretanto, não deixara de se identificar no plano cívico.  Convulsões amplamente reflectidas na revolução do free-jazz que, na passagem dos anos 50 para os anos 60 e com consequências amplamente visíveis  (e audíveis)  em quase toda a década de 70, em grande medida configuraram nesse período histórico a vanguarda da música afro-americana.

 

Sendo certo que esta análise parece traduzir com correcção o percurso artístico de Miles Davis, precisamente na fase em que a expressão da sua maturidade se configurava em definitivo  (aos 39 anos de idade),  não é menos certo que ela foi sendo avançada com base no voraz acompanhamento e fragmentado conhecimento dos múltiplos acontecimentos que, naqueles vários planos, se sucediam e rapidamente faziam opinião, sem qualquer possibilidade prática de distanciação e recuo.

 

Em meados dos anos de 1960, a luta social e política alastrava, de forma impetuosa, pelas ruas da América.

No campo da música afro-americana, o free-jazz constituía o reflexo deste protesto galvanizador.

Mas Miles, o aristocrata, traduzia o fragor desses tempos ensaiando caminhos alternativos.

São esses caminhos que estas gravações,

reeditadas em 1998 nos desvendam.


 

 

Hoje, em moldes mais seguros e firmes e sem as naturais apreciações apaixonadas inteiramente justificadas pela intensa vivência e exaltação desses tempos, a clarividência e a razoabilidade dos juízos são porventura mais facilitadas pela análise e estudo que o programa de reedições da obra do trompetista nos proporciona.  Entre estas, assume particular relevância a presente publicação integral das gravações de estúdio realizadas para a Columbia entre Janeiro de 1965 e Junho de 1968, já que nos desvenda, em todo o esplendor, um período particularmente estimulante da postura de Miles Davis enquanto criador individual e supremo organizador de formas colectivas de criação, afinal altamente atento aos sinais de ruptura que se multiplicavam à sua volta.

 

 

Aqui se concentra todo o material gravado para os álbuns E.S.P., Miles Smiles, Sorcerer, Nefertiti e Miles in the Sky, bem como parte substancial dos álbuns Water Babies e Filles de Kilimanjaro.  Além disso, sendo significativa a parcimónia dos chamados takes alternativos, já que alguns destes álbuns resultam de um conjunto de tomadas de som únicas (!), estão aqui inseridas algumas preciosidades discográficas, tais como versões integrais de faixas anteriormente apenas conhecidas em edição montada ou outros títulos isolados mais tarde publicados em compilações muito diversas, assim como faixas até hoje inéditas resultantes de ensaios de estúdio ou de composições apenas esboçadas e que nunca antes tinham visto a luz do dia.

 

O amador de Jazz que conheça a surpreendente caixa há dois anos editada pela Columbia com as gravações realizadas ao vivo, em Dezembro de 1965, no clube Plugged Nickel de Chicago e que agora possa fazer uma comparação com as gravações de estúdio, suas contemporâneas, presentes nesta luxuosa reedição, constatará afinal que se confirma a ideia de sempre terem coexistido, na produção artística de Miles, duas situações distintas que não deixam de ser complementares. Por um lado, a segurança de que ele procurava rodear-se nas suas actuações em público, mantendo ainda um repertório anterior mas subvertendo-o à luz de um novo entendimento técnico-musical, em grande parte catapultado pelos novos talentos musicais que ia incorporando nos seus grupos;  e, por outro lado, a experimentação controlada das mudanças qualitativas que, de forma paulatina, com eles ia empreendendo e aprofundando em estúdio.

 


É a simultaneidade destas duas estratégias que se revela fundamental para a credibilidade e grandeza da obra de Miles, amplamente demonstradas em exemplos maiores aqui recolhidos, saídos da sua pena ou de terceiros mas sempre tocados pelo sopro de genialidade que lhes era imprimida pela sua directa participação e liderança, alguns deles atingindo o estatuto de peças decisivas e incondicionais:  Nefertiti, E.S.P., Freedom Jazz Dance, R.J., Footprints, Limbo, The Sorcerer, Orbits, Dolores, entre outras.

 

Peças que deixam entrever de forma transparente o segredo da estratégia criativa estabelecida nesta época por Miles Davis:  forçar ao máximo os limites auto-impostos em termos estruturais e formais sem deixar de assegurar, ao mesmo tempo, uma controlada liberdade criativa a todos os protagonistas envolvidos.  Um compromisso tácito amplamente atingido enquanto tal.

_______________________________________________________________

 

(1) The Complete Studio Recordings of the Miles Davis Quintet (1965/1968)

Columbia Legacy AC6K 67398 / Cx. 6 Cds

_______________________________________________________________

 

Músicos de excepção

 

 

Wayne Shorter (saxofonista, 33 anos)  –  a exemplo de Coltrane ou de Evans em períodos anteriores, o saxofonista é, nesta época, o verdadeiro criador-adjunto de Miles.  Brilhante compositor, instrumentista inovador, solista inventivo, pertence-lhe decisiva quota parte na criação da identidade musical deste grupo-referência do jazz moderno.

 

 

 

Herbie Hancock
(pianista, 25 anos)  –  acompanhamento altamente estimulante, domínio excepcional das harmonias e destreza virtuosística nas deambulações melódicas, são as qualidades que fazem dele o apoio instrumental mais desejado, mesmo quando a espaços «parece» recolher-se a um plano secundário.

 

 

 

 

Ron Carter (contrabaixista, 28 anos)  –  metrónomo e diapasão em pessoa, a um tempo disciplinador e desregulador, ele revela-se a todo o momento a base de partida e o lugar de encontro de todas as divagações, indispensável aos fulgores e impetuosidade destas controladas aventuras.

 

 

 

Tony Williams (baterista, 20 anos)  –  o sangue na guelra do mais entusiasmante continuador de «Philly», Elvin e Haynes, ele é o indispensável combustível do verdadeiro motor de propulsão para uma das mais impressionantes máquinas musicais de todos os tempos.

 


 

Publicado por Manuel Jorge Veloso o_sitio_do_jazz às 17:24
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Domingo, 22 de Agosto de 2010

Primeira audição

 

 

Nem toda a família Marsalis nem o posicionamento musical e ideológico de alguns dos seus membros, em particular o mais badalado de todos, Wynton, me seduzem inteiramente.  Falo, estrictamente, no plano do jazz, enquanto visão da sua história, teoria e prática, que é o que aqui me interessa.

 

Em todo o caso, não pode negar-se a importância do clã, nem o respeito pelo seu velho fundador, o pai Ellis, no renascimento do interesse de um muito maior número de pessoas pela divulgação, recepção e estudo do jazz e dos seus maiores cultores e criadores.

 

Por isso me pareceu interessante chamar-vos a atenção para que ainda dispõem de 48 horas, precisamente dois dias, para ouvir na íntegra, em primeira audição, neste sítio da NPR Music, ou mais abaixo no leitor de áudio  (se funcionar...),  o audiostreaming da gravação parcial de um concerto integrado no Duke Ellington Jazz Festival, realizado no ano passado em Washington, no qual participaram Ellis Marsalis (piano), Branford Marsalis (saxofones), Wynton Marsalis (trompete), Ellis Marsalis III (voz falada), Delfeayo Marsalis (trombone), Jason Marsalis (bateria, vibrafone e assobio), dois outros músicos que habitualmente tocam nos grupos dos Marsalis, como Eric Revis (contrabaixo) e Herlin Riley (bateria), e ainda um grande amigo da família e natural de Nova Orleães, o pianista e cantor Harry Connick, Jr.

 

Serão apenas 48 horas porque, daqui a dois dias, a 24 de Agosto, a editora Marsalis Music lançará a público um CD, Music Redeems, com o conteúdo desta gravação, a qual, depois desta data, será retirada do sítio da NPR.

 

Mas este não será um lançamento como os outros.  Citando o próprio sítio da NPR Music“todos os proventos das vendas irão para o Ellis Marsalis Center for Music, o espaço para a prática, ensino, gravação e performance que neste momento está em construção, enquanto coração da New Orleans Habitat Musician’s Village.  (No rescaldo da furacão Katrina, Connick e Branford Marsalis deram o arranque para a construção desta comunidade de músicos naturais de Nova Orleães, muitos dos quais viviam em más condições, mesmo antes do Katrina)”.

 

Uma reunião de família e seus amigos, em palco, num comovente, emocionante e descontraído ambiente de jam session.  Aconselha-se!

 

 

 


Publicado por Manuel Jorge Veloso o_sitio_do_jazz às 14:55
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Quarta-feira, 18 de Agosto de 2010

Um bónus de Verão... (06)

 



Sara Serpa
(voz)  e André Matos (guitarra),  em privado, recriando I Remember You (ouçam os acordes de André Matos!!!),  uma canção escrita em 1942 por Victor Schertzinger e Johnny Mercer para o "musical" The Fleet's In, realizado para Hollywood pelo próprio Schertzinger.

 

Ou... as voltas que o mundo dá...

 

 

 


 

Publicado por Manuel Jorge Veloso o_sitio_do_jazz às 15:29
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Segunda-feira, 16 de Agosto de 2010

A propósito do Jazz em Agosto... ou uma decisão irrevogável

 

 

Foto: Joaquim Mendes

 

 

 

Vinha eu, ontem, quase a chegar ao portão de saída do Parque da Gulbenkian depois de abandonar  (a meio),  esbaforido, o último concerto da 27ª. edição do Jazz em Agosto – com a indigente Circulasione Totale Orchestra, na qual lamentei ver integradas duas ou três figuras históricas! –  quando, estugando atrás de mim o passo, uma conhecida figura do nosso meio musical me invectivava em voz alta:

 

“… mas, oh Fulano!, então você não acha que já ouvimos esta música há 40 anos???!!!  Onde é que está a novidade?!  Então isto é que é a modernidade?!”


Ao que eu sorri, amarelo, dando razão ao espanto e à desilusão do meu interlocutor quanto a esta actuação, em particular, e já na minha mente extrapolando o mesmo tipo de reacção em relação a um ou outro concerto que  (com algumas falhas pelo meio)  pudera presenciar e escutar no resto do festival.

 

Hoje, manhã cedo, após um habitual footing pelas redondezas e depois de ler nas manchetes do quiosque da esquina que tínhamos perdido por 1-2 (!), puz-me ao computador, cotejei algumas notas do meu fiel bloco, e de um jacto saíram, sobre o que vira e ouvira no Jazz em Agosto, nada menos do que 12 156 caracteres, ou seja, números redondos, o quádruplo que a total liberdade de um simples blog pessoal me permite esbanjar em comparação com os meros 3 000 caracteres que, para a mesma finalidade, o Diário de Notícias há anos punha à minha disposição.

 

Regressado ao computador após saborear mais um decaffeinato intenso, reli a prosa acabada de verter  (em certos pontos com inusitada dureza)  no ecrã electrónico e, depois de matutar um bom quarto de hora, olhei para a tecla delete, cliquei na mesma e, tal como quem rasga num gesto rápido três folhas de papel, enviei também de um jacto a dita prosa para o Lixo, que é como agora se chama  (apropriadamente)  no meu Mac OS X o antigo Recycle Bin do meu Windows XP.

 

Assim me via eu, mais uma vez, com a prudência do costume  (há quem lhe chame outras coisas, eu sei!),  a evitar chatices a que as manias do rigor bastantes vezes me conduzem, quase sem me dar conta da contradição que o gesto também comportava ao desprezar, assim num repente, a tão ansiada liberdade e espaço que a criação deste blog, afinal, há precisamente três anos, me vem proporcionando!

 

Chame-se-lhe o que se quiser mas é em nome da paz de espírito, que cada vez mais persigo, que a decisão que tomei agora se institucionaliza e passa a ser irrevogável.  Para que ninguém tenha surpresas futuras  (sobretudo a meia dúzia de carolas que às vezes por aqui passam),  a partir de aqui, mesmo se convidado com é ainda habitual para este ou aquele evento ou festival, só escreverei quando e sobre o que verdadeiramente me entusiasmar, me der gozo, me deixar bem disposto.  Ao fazê-lo, relego, conscientemente, para segundo plano, o tipo de preocupações profissionais que tantas vezes, ao longo dos anos, me obrigaram ao sacrifício de ter de escrever sobre o que não me apetecia ou que fosse tomada por ofensa pessoal aquilo que era a pura análise crítica, independente e o mais possível objectiva e fundamentada.  Mas, ao mesmo tempo, conquisto a liberdade de gerir o meu tempo, os meus hobbies, e, porque não?, a minha paulatina saída de cena.

 

Neste caso particular, um aceno de simpatia e uma sincera palavra de agradecimento são devidos quer à Assessoria de Imprensa quer à direcção artística do Jazz em Agosto, na pessoa do Rui Neves, bem como ao fotógrafo Joaquim Mendes que já tivera a amabilidade de me enviar, num gesto de colaboração que não posso deixar de sublinhar, algumas excelentes fotos, como pode comprovar-se pelas duas que aqui tenho o gosto de publicar.

 

Finalmente, no plano musical, um outro gesto simbólico de agradecimento  – que, como é natural, jamais interessaria ou chegará ao seu destinatário –  tem de ir para Evan Parker e para o seu brilhante Electro-Accoustic Ensemble, responsável por uma admirável, inspirada e seriíssima noite de música improvisada / composta em tempo real, a todo o momento negando a mistificação e recusando-se à encenação da vigarice, e provando do mesmo passo o que é a mais honesta e verdadeira criatividade, individual e colectiva, na memorável noite de 8 de Agosto, que representa já um dos melhores concertos de 2010.

 

 

Foto: Joaquim Mendes


Publicado por Manuel Jorge Veloso o_sitio_do_jazz às 18:27
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Domingo, 15 de Agosto de 2010

R.I.P. - Abbey Lincoln (1930/2010)

 

O quinteto de Max Roach com Abbey Lincoln, na televisão alemã, num excerto de uma obra-chave dos anos de 1960:  a suite We Insist! Freedom Now, do próprio Max Roach (e de Oscar Brown, Jr.), cujo 50º. aniversário da gravação se comemora neste preciso mês de Agosto.

 

 


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Publicado por Manuel Jorge Veloso o_sitio_do_jazz às 10:06
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Sábado, 14 de Agosto de 2010

Um bónus de Verão... (05)

 

Os malogrados Jaco Pastorius (baixo eléctrico)  e Joe Zawinul (baixo eléctrico)  e ainda Wayne Shorter (sax-soprano e tenor)  e Peter Erskine (bateria).

 

Birdland… peça-chave dos Weather Report... o relatório musical de um tempo…

 

 

 

 


Publicado por Manuel Jorge Veloso o_sitio_do_jazz às 11:42
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